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Em um artigo recente publicado no jornal The Guardian, a jornalista Jess Cartner-Morley detalha a mudança social e cultural que vivemos nos últimos 12 meses ao nos afastarmos de fatos concretos e frios e adotarmos uma abordagem mais “baseada em vibrações”. Esta é uma transição que também pode ser rastreada na esfera da moda, vista nos muitos “cores” que surgiram nas mídias sociais — da mob wife ao quiet luxury — que alguns veem como uma superalimentação do ciclo de tendências, enquanto outros consideram uma oportunidade de ser menos prescritivo e mais interpretativo em nossa abordagem à moda. “Uma vibração tem uma mística que uma tendência não tem, porque é mais do que apenas visual”, explica Cartner-Morley.
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Eu diria que minha atitude em relação as muitas estéticas virais do TikTok se alinha mais com a última abordagem — afinal, você poderia argumentar que esses vídeos de “vibe” da nova geração são meramente uma versão digitalizada de scrapbooks e moodboards da velha guarda. Então é com essa mentalidade que abordei as tendências para 2025, ou, devo dizer, vibes.
De fato, não faltaram inspirações para vestidos nas passarelas, que viram uma mistura eclética de humores emergir, todos os quais podem ser iterados e adaptados para se adequar ao seu estilo pessoal (e às peças que já estão no seu guarda-roupa). Para 2025, atravessamos linhas do tempo: dos vestidos esculturais na Tod’s e Ottolinger, que lembram os drapeados de estátuas renascentistas, ao estilo do filme “Driblando o Destino”, dos anos 90, na GCDS e Sia Arnika (dica principal: se você não quiser investir em uma peça nova, pode procurar uma jaqueta vintage oversized para recriar esse visual).
1. Esportivo
2. Drapeado renascentista
3. Boêmia dark
4. Utilitário “GI Jane”



